Fisioterapia em evolução!

Fisioterapia em evolução!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Vá de bike!



REFLEXÃO: “UMA BICICLETA NO TRÂNSITO É UM CARRO A MENOS NA SUA FRENTE, VÁ DE BIKE”.

Olá pessoal, vamos refletir um pouquinho sobre o assunto relacionado a transporte ecológico. Na cidade onde moro (Santa Barbara d’Oeste-SP) não possui ciclovias ou ciclofaixas, o que obriga os ciclistas a se expor ao risco de acidentes nas ruas e avenidas da cidade e tenho certeza que a falta de ciclovias ou ciclofaixas desestimula o uso desse meio de transporte mais saudável, ecológico e que gera menos trânsito.
Sou ciclista, e acredito que o número de ciclistas em minha cidade, e em todo território nacional aumentaria se houvesse mais investimentos em estrutura para as bicicletas. Percebo também que se tivesse mais ciclovias, muita gente, mais muita gente mesmo, não usaria carros e o meio ambiente estaria melhor, bem como os congestionamentos e a saúde das pessoas.
Agora amigos, vamos ser equilibrados e sensatos ao ponto de analisarmos, que se faz necessário não somente em meu município (Santa Barbara d’Oeste-SP) mais em várias cidades e estados brasileiros, uma reeducação para o uso das bicicletas, para o respeito aos ciclistas, pois, nós ciclistas somos obrigados a andar nos esmerando entre os condutores deseducados.
Sou defensor da construção de ciclovias e entendo que na medida do possível poderíamos avançar e muito no que se refere a recursos para obras como o VLP (Veiculo Leve sobre Pneus). Acredito também que as secretarias de trânsito de muitos municípios, e em especial o de Santa Barbara d'Oeste,deveriam promover cursos para educar os cidadãos, tanto para respeitar os ciclista quanto para optar pelo uso de bicicletas para deslocamento dentro das cidades, levando em consideração o sério desrespeito às bicicletas no trânsito.Acredito que enquanto houver o desinteresse em debater este assunto, nós ciclistas, continuaremos fazendo a nossa parte e de melhor maneira possível, respeitando os sinais de trânsito ja existentes e os condutores estressados com as bicicletas.
Não tenho dúvidas e afirmo que as bicicletas podem se tornar um meio de transporte estratégico e vejo que a bike é uma alternativa importantíssima em nosso conturbado trânsito.
Autor: Dr.Marco Aurélio, fisioterapeuta e ciclista.

FRATURAS


FRATURAS

ETAPAS DA CONSOLIDAÇÃO DE UMA FRATURA


A consolidação de uma fratura se deve a cinco etapas, que são elas: primeira etapa; inicial ou de latência, segunda etapa; organização, terceira etapa; formação do calo secundário ou definitivo, quarta etapa; remodelamento e quinta etapa; solidificação. Um coágulo de fibrina, inicialmente se forma no lugar da lesão, o processo continua com á descalsificação dos extremos da fratura, que dá inicio á segunda etapa. Durante duas semanas dá-se inicio uma invasão celular e vascular que vai permitir até por volta da quarta semana á formação do calo fibroso primário e sobre esse “molde” se formará o ósseo definitivo. Por último, se remodela a cortical, desaparecendo os calos internos e externos. Durante meses, ás vezes anos, as características físicas do osso continuam se restabelecendo.

COMPLICAÇÕES DAS FRATURAS

Uma fratura pode gerar uma série de complicações, a lesão vascular é uma das possíveis complicações imediatas de uma fratura, fragmentos ósseos podem causar a secção parcial ou total dos elementos arteriovenosos locais. Pode ainda ocorrer, lesão de nervos, fraqueza muscular, rigidez articular, danos viscerais, trombose, infecções, problemas de consolidação, necrose avascular, gangrena, osteomielite.
A Osteomielite é um processo inflamatório agudo ou crônico do osso, secundário á infecção por microorganismos píogenos. As manifestações clínicas da osteomielite pós-traumática são de caráter mais localizadas do que as de forma hematógena. Pode comprometer somente o perióstio ou se estender á medula óssea e ao osso esponjoso. A tíbia é o osso que apresenta a maior freqüência de osteomielite pós-traumática.

FISIOTERAPIA NAS FRATURAS

Vale ressaltar a importância do socorro ao paciente que sofreu uma fratura, e, é extremamente importante que o paciente seja socorrido rápido e por profissionais qualificados para cuidar desta situação.
Na reabilitação de uma fratura é indispensável uma boa anamnese para se obter um diagnóstico preciso e traçar o tratamento adequado para cada situação, uma vez que o tratamento das fraturas depende das particularidades de cada caso. Além disso, o paciente deve ser corretamente avaliado e cuidado por uma equipe multidisciplinar de profissionais da saúde.
Assim, é essencial que os princípios das fraturas, sejam compreendidos e que se promova uma discussão com outro membro da equipe cirúrgica para certificar-se da necessidade de qualquer precaução em particular.
O fisioterapeuta deve estar alerta para as possíveis complicações e relatar qualquer sinal indesejável ou sintomas e dentre os objetivos fisioterapêuticos, podemos destacar; a diminuição do quadro álgico, redução do edema e melhora da circulação local, manter e/ou aumentar o tônus muscular, manter a integridade articular e a reeducação funcional do membro.
No ambiente hospitalar ou ambulatorial, a mobilização do paciente deve ser orientada pelo fisioterapeuta, que, analisando a situação, indicará a forma mais adequada e segura de realizar o procedimento, que será executado pela equipe de fisioterapeutas ou de enfermagem.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

FISIOTERAPIA NO AVC (DERRAME CEREBRAL)


FISIOTERAPIA NO AVC (DERRAME CEREBRAL)

O termo popular derrame cerebral é usado para denominar Acidente Vascular Cerebral (AVC), por hemorragia ou por isquemia (falta de circulação por obstrução arterial).
Como uma das grandes causas de mortalidade e incapacitação no mundo, o AVC merece grandes esforços no sentido de prevenção e tratamento rápido. As primeiras medidas de tratamento do paciente com AVC estão a cargo do médico, da equipe hospitalar, que precisam intervir imediatamente, e em caráter de urgência, logo após o AVC. Porém, há muito mais para se fazer depois dessa primeira intervenção médica (hospitalar), após o paciente ter tido alta do hospital.
O tratamento do AVC em seu estágio iniciail evoluiu de maneira extraordinária na última década. Um período inicial de internação se faz necessário em muitos dos casos, mas o paciente deve retornar ao lar o mais rapidamente possível. Quase sempre, a essa altura, ele terá necessidade de reabilitação bem conduzida, para evitar a instalação de futuras seqüelas.
O corpo do paciente que sofreu um AVC terá alterações importantes, como por exemplo, diminuição da força muscular, perda do equilíbrio, dificuldade na fala e na deglutição, déficit na movimentação normal, entre outras. O paciente e seus familiares devem entender e aceitar a importância do tratamento, pois a reabilitação dependerá de alguns fatores, como por exemplo, a idade em que ocorreu o AVC, a área e a extensão da lesão e tipo de AVC (hemorrágico ou isquêmico).
O fisioterapeuta pode contribuir, e muito, para minimizar a maioria das seqüelas. O programa fisioterápico precoce, intensivo, eficaz, é sempre necessário, importante e, principalmente, capaz de prevenir as possíveis complicações, aumentando assim, a expectativa e a qualidade de vida do paciente. Existem várias técnicas fisioterapêuticas que podem ser utilizadas em um programa de reabilitação para pacientes que sofreram um AVC.
O objetivo principal do fisioterapeuta é propor um programa de tratamento em que o membro afetado se recupere satisfatoriamente, diminuindo a assimetria e a sobrecarga do lado sadio, atingir o mais alto nível de independência funcional, estimulando o paciente a usar o membro afetado durante as atividades diárias. Quanto mais rápido for o ingresso do paciente no processo de reabilitação, maiores serão as chances de serem evitadas complicações físicas, emocionais e sociais.
Para concluir, vejo que se faz necessário lembrar que o fisioterapeuta é mais um membro da equipe de reabilitação dentre a qual inclui o paciente, a família, amigos, enfermeiros, médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e outros profissionais ligados à área da saúde.

Sugestão:
Doutores Fisioterapeutas verifiquem a possibilidade de acrescentar e/ou utilizarem a bola suíça nos programas de tratamento por vocês elaborados, para os pacientes acometidos pelo AVC.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009


VOCÊ SABE O MOTIVO DA DOR APÓS A PRÁTICA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS?

Olá pessoal! Muitos amigos, pacientes ás vezes me questionam em relação á dor muscular após a prática de exercícios físicos. Muito bem, pensando nesta questão resolvi escrever estas poucas linhas, porém, acredito que conseguirei transmitir o real motivo da dor após exercícios físicos.

Durante a atividade física nós “agredimos” nossa musculatura, articulações (através de micro-traumas), enfim, o exercício físico promove um forte atrito nas fibras musculares e em resposta a este atrito, a esta agressão o nosso organismo (corpo) produz substâncias vasodilatadoras que irão estimular terminações nervosas e, como conseqüência e resposta a dor aparece.

Quando os músculos são submetidos a um esforço, eles sofrem um estiramento. Este estiramento leva ao rompimento das proteínas que formam as fibras musculares, surgindo então as lesões microscópicas que também provocam dor.

REGENERAÇÃO:
Os aminoácidos são os responsáveis em recompor as proteínas que se romperam. Portanto os aminoácidos são fundamentais para a regeneração muscular e também para crescimento muscular.

FÁDIGA:
As fibras musculares consomem energia e se abastecem de carboidratos e gorduras durante a prática de exercícios físicos e, é preciso quebrar suas moléculas. Ai pessoal, entra em cena a produção do ácido láctico, que em excesso, essa substância estimula receptores que produzem a sensação de cansaço, fadiga.

FONTE: Dr. Marco Aurélio (Fisioterapeuta)

Caros amigos, leiam o artigo ASPECTOS ATUAIS SOBRE EXERCÍCIO FÍSICO, FADIGA E NUTRIÇÃO, escrito por Luciana ROSSI; Júlio TIRAPEGUI, pois vocês porerão colher mais informações, sobre este assunto. Boa leitura!

domingo, 13 de dezembro de 2009

POR QUE CONSULTAR UM FISIOTERAPEUTA?


De antemão quero ressaltar que, a nossa consulta em nada confronta com a consulta médica, e também vale lembrar que a soma do diagnóstico médico juntamente com o diagnóstico fisioterapêutico resultará em um excelente plano de tratamento.
A falta de reconhecimento do trabalho realizado pelo fisioterapeuta é, para mim, um ponto negativo. Pois em um país com um déficit de cultura e educação tão grande é natural que as pessoas não saibam realmente o que é Fisioterapia. Portanto, diante deste fato, nós Fisioterapeutas, devemos assumir o compromisso de divulgar a nossa profissão e, nossos saberes em Ciências da Saúde.
A Fisioterapia como campo de saber na saúde amplia o seu objeto de estudo, no que diz respeito à prevenção, tratamento e reabilitação para, assim, promover o bem estar individual e coletivo do ser humano, capaz de prevenir e tratar os distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistema do corpo humano, gerados por alterações genéticas, traumas e doenças adquiridas, exercendo assim, um papel importante na reabilitação do paciente e na sua reinserção no convívio social.

CONSULTA COM O FISIOTERAPEUTA:
Sempre que for iniciar um tratamento fisioterapêutico se faz necessário realizarmos uma avaliação prévia. Esse certamente é o momento de importância ímpar para prescrição dos recursos utilizados durante o tratamento fisioterapeutico. Um diagnóstico acertado é condição indispensável para uma atenção fisioterapêutica adequada.

Darei um exemplo:
Lombociatalgia ( dor lombar de forte intensidade que irradia para os membros inferiores, apresenta movimentação da coluna bastante dolorosa e teste de Laségue positivo). É uma condição patológica de responsabilidade médica, entretanto todos os processos de disfunções músculos esqueléticos relacionados a esse quadro, como por exemplo, encurtamentos musculares, restrições de movimentos, tensões devem ser analisados e descritos por um Fisioterapeuta.
Devemos ressaltar e lembrar que, é de responsabilidade médica a prescrição de medicamentos e que não devemos usar medicamentos sem a devida prescrição, como não se deve realizar um tratamento fisioterapêutico sem a presença de um Fisioterapeuta.

Fonte: Dr. Marco Aurélio (CREFITO 34717-LTF)
WWW.45graus.com.br

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

PRINCIPAL CAUSA DE MORTE QUE PODERIA SER EVITADA



A Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, Maria Neira, disse a uma Rádio da ONU de Genebra, Suiça, que mais de 5 milhões de fumantes ativos morrem todos os anos em decorrência do vício. Trata-se da principal causa evitável de morte no mundo e o número deve subir para 8 milhões de óbitos até 2030 se medidas preventivas não forem adotadas.
Segundo o relatório da OMS, doenças que matam fumantes ativos são as mesmas para quem esta exposto à fumaça, como câncer e problemas cardiacos. Sete países adotaram leis anti fumo em 2008 (Colombia, Guatemala, Panamá e Turquia, subindo para dezessete o número de nações com medidas semelhantes.
De acordo com a agência da ONU, é significativo o progresso , porém mais de 94% da população mundial continua desprotegida por legislação adequada, ou seja se faz necessário, o debate, a discussão, com o intuito de planejarmos leis anti-fumo.
Ainda segundo a Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, Maria Neira, 600 mil pessoas morrem prematuramente em decorrência do fumo passivo. Pode ser pór infarto, por câncer, ou seja são os mesmos problemas de um fumante ativo só que em doses menores e precisa mais tempo para desenvolver a mesma doença.
“O relatório da OMS indica que medidas urgentes são necessárias e ajudam a combater o problema, como o monitoramento do uso do tabaco e políticas preventivas, assistência aos fumantes, alertas sobre os perigos do fumo, esforços em banir a publicidade desse mercado e o aumento de taxas”.

FONTE: Daniela Traldi, da Rádio ONU em Nova York.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

CUIDADOS COM OS OLHOS DAS CRIANÇAS


Olhos das crianças merecem cuidados especiais no verão
Além da vermelhidão, os olhos estão sujeitos à conjuntivite



Neste ano, o verão chega exatamente às 15h47 do dia 21 de dezembro. Com a criançada já de férias, as piscinas ficam lotadas. Em casa, os efeitos indesejados são percebidos pelos pais, nos pequenos: pele e cabelos ressecados, irritação nos olhos e no nariz, crises de coceira e espirros.

É possível aproveitar os mergulhos e a diversão o verão inteiro sem terminar a temporada com a saúde prejudicada. O cloro, o cobre e outros produtos e substâncias usados para deixar a piscina própria para banho são as principais fontes de irritação respiratória e cutânea, mas raramente causam alergias crônicas ou doenças mais sérias.

O cloro é uma substância tóxica que, mesmo em doses baixas, como as usadas nas piscinas, pode irritar a pele, pois retira a camada protetora da derme e dos cabelos, que acabam ficando ressecados. A substância também prejudica as mucosas dos olhos e do nariz.
A água da piscina é um dos lugares mais propícios para o contágio de algumas infecções oculares
Depois de muitas horas de diversão na piscina ou na praia, a pele enruga, o queixo bate e os olhos ardem e ficam congestionados. Essas irritações na visão costumam desaparecer sozinhas, mas merecem atenção porque podem estar também associadas a infecções, alergias e até á ferimentos.

Os atendimentos oftalmológicos mais comuns durante o verão são motivados porque as crianças adoram nadar com os olhos abertos embaixo d?água e não usam os óculos de natação. Além destes dois fatores, há muito cloro, na maioria das piscinas. Recomendamos que, após um dia inteiro de sol e piscina, a criança tome banho e a mãe pingue uma gota de colírio lubrificante em cada olho. Se a irritação persistir, a mãe deve exigir o uso de óculos de natação.

Se mesmo assim, a irritação não passar, é preciso procurar um oftalmologista para averiguar a possibilidade de alguma infecção ou inflamação mais grave.


O Dr. Virgilio Centurion tem mais de 40 anos de profissão, graduou-se, em Medicina, pela Escola Paulista de Medicina, em São Paulo, onde também fez a residência em Oftalmologia. É um dos expoentes mundiais no campo das cirurgias de catarata e refrativa. Com intensa atividade profissional e acadêmica é palestrante trilíngüe - inglês, português e espanhol - em encontros oftalmológicos regulares no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa, tem prazer em dividir e compartilhar a experiência profissional acumulada.

CELULAR X DIREÇÃO = IRRESPONSABILIDADE

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Quem já não se arriscou falando ao celular enquanto dirigia, mesmo sabendo que isso representa riscos de acidentes?
Apesar do perigo, é comum encontrarmos motoristas falando ao celular. Essa pratica é comprovadamente perigosa e aumenta em quatro vezes a possibilidade de se envolver em acidente. O tempo de reação a eventos simples, como frear diante de um obstáculo ou parar num semáforo que acaba de fechar, aumenta entre 40 e 50%. Segundo ANACLETO BASSO existem poucos estudos sobre o uso do aparelho celular, os que já foram realizados alertam para o risco por ele causado, ressaltando não somente o abandono de uma das mãos, que influi na limitação motora do condutor, mas também com a limitação que pode ocorrer com o cérebro, ou seja, alteração na atenção, controle das emoções, raciocínio, entre outras reações que são modificadas quando se fala ao telefone celular.
Portanto, quem dirige e fala ao celular ao mesmo tempo, “não faz nem uma coisa nem outra bem feita”, e sendo assim, o acidente pode ocorrer a qualquer momento. Por isso, seja um motorista consciente, desligando seu celular quando for dirigir.

FONTE: PALESTRANTE ANACLETO BASSO
Anacleto Basso é funcionário do Detran há 23 anos, licenciado em matemática com habilitação em ciências, é Especialista em Trânsito, conferencista,cosultor, instrutor, professor e palestrante na área de trânsito.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

TRATAR PACIENTES COM HIV EM CASA TRAZ BENEFICIOS, MOSTRA ESTUDO AFRICANO


DONALD G. MCNEIL JR.
do New York Times


Tratar pacientes de Aids em casa é tão eficaz quanto fazê-los ir até uma clínica --e consideravelmente mais barato, de acordo com um estudo publicado esta semana no jornal médico The Lancet.
A descoberta é importante porque outros cinco milhões de africanos precisarão dos medicamentos de Aids nos próximos anos, e a maioria deles vive em áreas rurais ou afastadas das cidades, onde as clínicas ficam muito longe e faltam médicos e enfermeiros.
O estudo foi realizado na área rural de Uganda, principalmente entre agricultores de subsistência, por pesquisadores da Faculdade de Higiene e Medicina Tropical de Londres, da Universidade de Boston e de diversas instituições ugandenses.
Eles separaram aleatoriamente 1.400 pacientes num estágio avançado de Aids em dois grupos, um sendo tratado em clínicas e o outro recebendo visitas de agentes de campo em motocicletas que entregam medicamentos, conferem sinais vitais e dão aconselhamento.
Após um ano, 11% de cada grupo haviam morrido, mas números similares nos dois grupos --84% e 83%-- tiveram seus níveis virais controlados. O tratamento domiciliar foi levemente mais barato para o governo e muito mais barato para os pacientes, pois eles não tinham de gastar com passagens de ônibus, obstáculo que faz com que muitos africanos desistam do tratamento.
Num editorial, dois autores do Fundo Global Contra a Aids, Tuberculose e Malária elogiaram o estudo, dizendo que avaliações de custo-benefício eram "mais importantes do que nunca", já que a necessidade por tratamentos de Aids supera enormemente o dinheiro disponível. A única advertência levantada foi que ser portador do vírus da Aids carrega menos estigma em Uganda do que em outros lugares, e que as visitas domiciliares pelos funcionários relacionados à doença poderiam não ser aceitas no restante da África.

MORTE POR AIDS SOBE EM SÃO PAULO APÓS 13 ANOS DE QUEDA




JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S. Paulo


Balanço da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo mostra que a taxa de mortalidade por Aids no Estado subiu pela primeira vez desde 1995. O número de mortes em 2008 foi de 8,2 por 100 mil habitantes, contra 8 por 100 mil no ano anterior. Morrem cerca de 3.300 soropositivos por ano.
"O impacto da terapêutica antirretroviral nos últimos anos levou à queda da mortalidade e houve uma estagnação. O problema hoje ainda é o diagnóstico tardio do HIV. Muitas pessoas procuram o médico já com sintomatologia avançada, quando a terapia não é mais tão eficaz", afirma Maria Clara Viana, diretora do Programa Estadual DST-Aids.
Metade das mortes de soropositivos em São Paulo ocorre por essa razão. O restante se deve a dificuldades de adesão do paciente ao tratamento, infecções oportunistas ou no momento do diagnóstico e problemas com a terapia.
A contaminação por HIV, no entanto, caiu 64,4% de 1998 a 2008 --de 34,3 casos por 100 mil habitantes para 12,2 casos.
Novas recomendações
A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou ontem novas orientações para o tratamento da doença. Entre elas, recomenda-se iniciar o tratamento quando a dosagem de CD4 (células de defesa atacadas pelo HIV) chegar a 350 células por milímetro cúbico. Hoje, a orientação é de tratamento obrigatório a partir de 200.
"No Brasil, há recomendação de tratamento abaixo dos 350 desde 2008. Estamos discutindo começar mais cedo [entre 500 e 350] em casos especiais, como idosos, cardiopatas e doentes renais", diz Denize Lotufo, infectologista do Centro de Referência e Treinamento em Aids da secretaria estadual.
A OMS também orienta mulheres com o vírus a amamentar seus bebês até um ano de idade, com uso de medicamentos por ambos.
No entanto, segundo Lotufo, a recomendação não se aplica à realidade brasileira. "Isso vale para países pobres. Existe um risco grande de transmissão durante a amamentação e, aqui, oferecemos apoio às mães e aos filhos; seria um retrocesso tratar os bebês com medicamentos", afirma.

domingo, 6 de dezembro de 2009

VOCÊ CUIDA DA SUA VOZ?


O que é a voz?
A voz é o som produzido pelo homem para comunicar-se, o qual constitui sua identidade, pois através dela identificamos sua idade, sexo, caracteristicas de sua personalidade e estado emocional.

Como é produzida sua voz?

A voz é um som produzido na laringe, através da vibração das pregas vocais em decorrência da passagem de ar.

Disfonia
Quando uma pessoa tem dificuldade de emitir sua voz, costuma-se dizer que tem um problema (disfunção) chamado de Disfonia.

Principais sintomas da disfonia são:
Ardência; dor de garganta; perda de voz ou rouquidão; cansaço ou falta de ar; dificuldade em manter o tom de voz; dificuldade em engolir alimentos.
Caso um desses sintomas persistirem por mais de duas semanas, procure um Fonoaudiólogo ou médico Otorrinolaringologista.

O que agride sua voz?
Existem hábitos e comportamentos prejudiciais que podem ser evitados, como por exemplo:
Falar demais e/ou com esforço para gritar; fumar; automedicação; bebidas alcoólicas; rir alto (gargalhar); tossir ou pigarrear excessivamente; usar com frequencia pastilhas, dropes e sprays.

Sugestões para manter sua voz saudável:

Manter sono regular; beber muita água em temperatura ambiente; comer maçã; fazer gargarejos suaves com água morna e um pouco de sal, ante de deitar; alimentação sadia;boa postura; vestuário confortavel principalmente na região do pescoço; exercícios de aquecimento e desaquecimento vocal orientados por fonoaudiólogo e cuidar da saúde em geral, cultivando hábitos saudáveis.

Fonte:CENTRO DE REFERÊNCIA EM SAÚDE DO TRABALHADOR (CEREST)-UNIDADE REGIONAL FRANCO DA ROCHA.

DIGA NÃO AO ATO MÉDICO


VOTE NÃO AO ATO MÉDICO NO SITE DO SENADO

O Senado Federal está disponibilizando em seu site um questionário para consultar a população se ela é a favor ou contra a regulamentação do exercício da medicina nos termos do projeto PLS 268/02.
A enquete deverá ficar no ar durante o mês de dezembro.


http://www.senado.gov.br

Senado Federal - Praça dos Três Poderes - Brasília DF - CEP 70165-900 - Fone: (61)3303-4141

FISIOTERAPIA, DEFINIÇÃO





Ciência aplicada tendo por objeto de estudos o movimento humano em todas as
suas formas de expressão e potencialidades, tanto nas alterações patológicas
quanto nas repercussões psíquicas e orgânicas.
Seu objetivo é preservar, manter (forma preventiva), desenvolver ou restaurar
(reabilitação) a integridade de órgãos, sistema ou função.
Como processo terapêutico utiliza conhecimentos e recursos próprios, utilizando-os
com base nas condições psico-físico-social, tendo por objetivo promover,
aperfeiçoar ou adaptar o indivíduo a melhoria de qualidade de vida.
Para tanto utiliza-se da ação isolada ou conjugada de fontes geradoras
termoterápicas, crioterápicas, fototerápicas, eletroterápicas, sonidoterápicas e
aeroterápicas, além de agentes cinésio-mecanoterápicos e outros mais advindos da
evolução dos estudos e da produção científica da área.
Atividade regulamentada pelo Decreto-Lei n° 938/69, Lei n° 6.316/75, Resoluções
do COFFITO-Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Decreto n°
9.640/84, Lei n° 8.856/94 e Portarias do Ministério da Saúde.

sábado, 5 de dezembro de 2009

HOMENAGEM AOS FISIOTERAPEUTAS

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Acredito ser muito importante o pofissional estar preocupado e seguro do seu trabalho. Penso também que ouvir nossos pacientes e familiares para termos o feedback de nossos protocolos de tratamento é imprescindível. Portanto, o profissional deve investir em seu trabalho, principalmente se este é respaldado por conhecimento cientifico e humanização.

Dr. Marco Aurelio